segunda-feira, 15 de junho de 2015

Love.

Hoje foi dia de sorrir em família. De abraçar aqueles que realmente me amam, sem qualquer condição, limite ou intenção.
Foi dia de pensar naqueles que me fazem ou fizeram sofrer, e foi também dia de os perdoar, não por me terem magoado, mas por não se importarem de o fazer.

Posso não saber muito sobre o que se passa neste pequeno pedaço de terra escondido sobre um manto azul e mais de um milhão de estrelas, mas sei que tudo isto só faz sentido se houver amor, amizade e acima de tudo família, onde basicamente encontramos todos esses sentimentos inexplicáveis misturados nessa simples palavra.


"É urgente o amor
É urgente um barco no mar

É urgente destruir certas palavras,
ódio, solidão e crueldade, 
alguns lamentos, muitas espadas.

É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.

Cai o silêncio nos ombros e a luz
impura, até doer.
É urgente o amor, é urgente
permanecer."

Eugénio de Andrade, in "Até Amanhã"

Barefoot Blonde by Amber Fillerup Clark -


segunda-feira, 1 de junho de 2015

quarta-feira, 29 de abril de 2015

()

Ela só queria voltar a sentir os arrepios que lhe despertavam os sentidos e a faziam estremecer.
Todas aquelas sensações inesperadas, incontroláveis, deixavam o seu mundo de pernas para o ar. Entretanto um sorriso nascia-lhe nos lábios e um rubor avermelhado dava-lhe cor às bochechas, geralmente pálidas, "o seu mundo", pensava ela, esse mundo que era geralmente organizado e frio, monótono e confortável. Havia quem o considerasse perfeito, mas ela sabia a verdade.
O segredo era aquela imperfeição, tão perfeita como ele. O seu nome era o despontar de reacções até aí desconhecidas no seu corpo, e ao seu toque ela deixava de estar entre os mortais.
Ela precisava mais dele do que do ar. O ar tornava-se desnecessário quando sentia os seus lábios nos dele. Mas como sempre, algo acontecia, e o amor era-lhe nalgum ponto do espaço e do tempo, negado. Porque havia algo nela que não o deixava ficar.

Tumblr girl sad.

sábado, 7 de fevereiro de 2015

Arrow

Com as férias, chega a altura das séries, e para uma viciada como eu, consigo bem ver uma temporada em dois ou três dias... Desta vez foi Arrow a escolhida. 
A série é baseada na Banda Desenhada Green Arrow, e aconselho-a vivamente a quem for fã dos heróis Marvel, de séries de acção e até mesmo românticos incuráveis, visto que a série tem também uma componente mais "lamechas" de vez em quando.
A meu ver o elenco está muito bem escolhido, sendo que a personagem principal é representada pelo fantástico Stephen Amel, contracenando com Emily Bett Rickards como dupla romântica.


Colton

Arrow




quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Love vs. Friendship

Qual é a linha entre o amor e a amizade?
O que a define?
A amizade não é amor?
Perguntas idiotas de uma miúda idiota, que anda meio perdida entre estas duas margens estreitas.
Se alguém tiver as respostas, faça o favor de me iluminar.
Obrigada.

:)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Volta.

Como é que te tornaste tão amarga? O que te prende o sorriso, que não vejo há meses.
Como consegues? Não entendo. Ninguém passa tanto tempo sem sorrir. 
Não oiço uma gargalhada tua há anos.
Ainda te lembras de como era? Sabes o que é rir até ficar sem respirar por breves instantes? 
Aquele riso que não queres que acabe, embora já te esteja a magoar todos os músculos que possuis. Mas sentes-te viva, e sabes que é assim que deve ser. Por isso queres que essa gargalhada te valha uma vida inteira.
Como? Porquê? De quem é a culpa?
Minha?
Tua?
Tantas perguntas sem resposta. Tantas questões e tu sem as ouvires. Porque pensas que nada disso interessa. Porque queres ser assim como és e nem sabes que isso nos magoa. 
Pensando melhor, talvez saibas. Talvez isto seja a tua maneira de nos fazeres olhar para ti. A cry for help. 
Então se é assim desculpa. Desculpa, mas não consigo, porque para te ajudar, tens que nos deixar ajudar-te.
Tenho saudades tuas, e não sei o que fazer para que voltes para nós. 
Queremos-te de volta, mãe.

:(

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Sick lies. Sick you.

A pior parte de se viver no meio de uma mentira, é quando começamos a acreditar que essa mentira se tornou verdade. A partir desse momento não estamos a mentir apenas para os outros, como se isso não fosse já mau o suficiente, estamos a mentir também a nós próprios, e isso é a pior coisa que podemos fazer.
Este tipo de mentiras podem fazer-nos sentir uma espécie de felicidade enganosa a princípio, e essa felicidade torna-se na nossa droga mais poderosa. É viciante. Irresistível. E como todas as drogas, tem a capacidade de nos matar (não no sentido físico e melodramático da questão, mas sim no sentido em que faz com que uma parte de nós deixe de pensar ou agir de uma determinada forma, mudando quem somos, e a meu ver isso é matar uma parte de nós).
Mas não tem que ser assim.
Podemos dizer que não.
Podemos sempre(!) dizer que não.
E é esse não que nos pode salvar de nos tornarmos algo que não queremos ser.

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