sábado, 7 de fevereiro de 2015

Arrow

Com as férias, chega a altura das séries, e para uma viciada como eu, consigo bem ver uma temporada em dois ou três dias... Desta vez foi Arrow a escolhida. 
A série é baseada na Banda Desenhada Green Arrow, e aconselho-a vivamente a quem for fã dos heróis Marvel, de séries de acção e até mesmo românticos incuráveis, visto que a série tem também uma componente mais "lamechas" de vez em quando.
A meu ver o elenco está muito bem escolhido, sendo que a personagem principal é representada pelo fantástico Stephen Amel, contracenando com Emily Bett Rickards como dupla romântica.


Colton

Arrow




quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Love vs. Friendship

Qual é a linha entre o amor e a amizade?
O que a define?
A amizade não é amor?
Perguntas idiotas de uma miúda idiota, que anda meio perdida entre estas duas margens estreitas.
Se alguém tiver as respostas, faça o favor de me iluminar.
Obrigada.

:)

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Volta.

Como é que te tornaste tão amarga? O que te prende o sorriso, que não vejo há meses.
Como consegues? Não entendo. Ninguém passa tanto tempo sem sorrir. 
Não oiço uma gargalhada tua há anos.
Ainda te lembras de como era? Sabes o que é rir até ficar sem respirar por breves instantes? 
Aquele riso que não queres que acabe, embora já te esteja a magoar todos os músculos que possuis. Mas sentes-te viva, e sabes que é assim que deve ser. Por isso queres que essa gargalhada te valha uma vida inteira.
Como? Porquê? De quem é a culpa?
Minha?
Tua?
Tantas perguntas sem resposta. Tantas questões e tu sem as ouvires. Porque pensas que nada disso interessa. Porque queres ser assim como és e nem sabes que isso nos magoa. 
Pensando melhor, talvez saibas. Talvez isto seja a tua maneira de nos fazeres olhar para ti. A cry for help. 
Então se é assim desculpa. Desculpa, mas não consigo, porque para te ajudar, tens que nos deixar ajudar-te.
Tenho saudades tuas, e não sei o que fazer para que voltes para nós. 
Queremos-te de volta, mãe.

:(

terça-feira, 20 de janeiro de 2015

Sick lies. Sick you.

A pior parte de se viver no meio de uma mentira, é quando começamos a acreditar que essa mentira se tornou verdade. A partir desse momento não estamos a mentir apenas para os outros, como se isso não fosse já mau o suficiente, estamos a mentir também a nós próprios, e isso é a pior coisa que podemos fazer.
Este tipo de mentiras podem fazer-nos sentir uma espécie de felicidade enganosa a princípio, e essa felicidade torna-se na nossa droga mais poderosa. É viciante. Irresistível. E como todas as drogas, tem a capacidade de nos matar (não no sentido físico e melodramático da questão, mas sim no sentido em que faz com que uma parte de nós deixe de pensar ou agir de uma determinada forma, mudando quem somos, e a meu ver isso é matar uma parte de nós).
Mas não tem que ser assim.
Podemos dizer que não.
Podemos sempre(!) dizer que não.
E é esse não que nos pode salvar de nos tornarmos algo que não queremos ser.

Untitled

sexta-feira, 2 de janeiro de 2015

Se não gostas então mostra-lhes.
Faz-lhe ver que és uma pessoa. Não lhe digas do que és feito mostra-lhe!
Agarra-te à vida com unhas e dentes, e não sigas as pisadas dos outros só porque todos acham que essas são as pisadas certas.
Cria o teu próprio caminho, não queiras saber do que irão pensar.
A vida não é suposto ser simples. Complica o fácil e torna-o inesquecível. Torna-te inesquecível!
E se te olharem de lado, se te perguntarem qual o teu rumo, responde-lhes com um sorriso e deixa-os a pensar no que te fará sorrir dessa maneira.

Feliz 2015

Cats' graveyard | via Tumblr

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

Careless mind

He had something different on his eyes. Probably it was just the drugs he took kicking in, making his heart race faster, his pupiles dilate, his muscles contract, and that look... No one had ever looked at me like he did right then. 
He was sitting on a corner of the coffe shop, loking through the window, right at me. He was not alone. I could see a girl there with him, same expression on her face. They were both lost in a world I did not knew, and what a world that must have been. And our eyes, mine and his, couldn't move away from each other, meaning I was probably lost in his world with him. He seeked for me, and he could not reach me, as I could not reach him. We were strangers and yet I've never felt so close to anyone.
What did that say about me, I wondered. What could it say about anyone that the person that has ever gave you more chills in your entire live was a drug addict? I couldn't know, but I was pretty sure it meant I was a freak, and if so, then let me be a freak, because it felt freakin' great.
And wile I was lost in my own free of drugs world, the girl got up and kissed him. A soft kiss that made him look away. A warm kiss that separated us. A wet kiss that kept me out of his world, and our eyes never met again.

coffee is my guilty pleasure | via Tumblr