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sexta-feira, 16 de janeiro de 2015
sexta-feira, 2 de janeiro de 2015
Se não gostas então mostra-lhes.
Faz-lhe ver que és uma pessoa. Não lhe digas do que és feito mostra-lhe!
Agarra-te à vida com unhas e dentes, e não sigas as pisadas dos outros só porque todos acham que essas são as pisadas certas.
Cria o teu próprio caminho, não queiras saber do que irão pensar.
A vida não é suposto ser simples. Complica o fácil e torna-o inesquecível. Torna-te inesquecível!
E se te olharem de lado, se te perguntarem qual o teu rumo, responde-lhes com um sorriso e deixa-os a pensar no que te fará sorrir dessa maneira.
Feliz 2015
Faz-lhe ver que és uma pessoa. Não lhe digas do que és feito mostra-lhe!
Agarra-te à vida com unhas e dentes, e não sigas as pisadas dos outros só porque todos acham que essas são as pisadas certas.
Cria o teu próprio caminho, não queiras saber do que irão pensar.
A vida não é suposto ser simples. Complica o fácil e torna-o inesquecível. Torna-te inesquecível!
E se te olharem de lado, se te perguntarem qual o teu rumo, responde-lhes com um sorriso e deixa-os a pensar no que te fará sorrir dessa maneira.
Feliz 2015

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014
Careless mind
He had something different on his eyes. Probably it was just the drugs he took kicking in, making his heart race faster, his pupiles dilate, his muscles contract, and that look... No one had ever looked at me like he did right then.
He was sitting on a corner of the coffe shop, loking through the window, right at me. He was not alone. I could see a girl there with him, same expression on her face. They were both lost in a world I did not knew, and what a world that must have been. And our eyes, mine and his, couldn't move away from each other, meaning I was probably lost in his world with him. He seeked for me, and he could not reach me, as I could not reach him. We were strangers and yet I've never felt so close to anyone.
What did that say about me, I wondered. What could it say about anyone that the person that has ever gave you more chills in your entire live was a drug addict? I couldn't know, but I was pretty sure it meant I was a freak, and if so, then let me be a freak, because it felt freakin' great.
And wile I was lost in my own free of drugs world, the girl got up and kissed him. A soft kiss that made him look away. A warm kiss that separated us. A wet kiss that kept me out of his world, and our eyes never met again.

terça-feira, 2 de dezembro de 2014
Crónicas de uma miúda de 20 anos
Olá olá!
Nos últimos tempos (digamos que os últimos dois anos, mais coisa menos coisa, se enquadram neste meu relato), muitas foram as vezes em que entrei num café, num restaurante ou noutro estabelecimento comercial em que a frase que se segue faça algum tipo de sentido lógico, e me disseram "bom dia, que vai ser minha senhora?"
Ora até aqui tudo vos poderá parecer normal. A rapariga (que sou eu) terá a sua idade compreendida num intervalo entre os 18 e os 20 anos, pelo que seria apenas de esperar que tivesse na sociedade em que se enquadra, um comportamento semelhante ao de uma "senhora". No entanto, meus caríssimos amigos e amigas, quando me olho ao espelho (coisa que acontece pelo menos umas duas vezes todos os dias, para não fartar e tal), vejo não uma senhora, mas uma "miúda nos seus vinte anos que, estando na faculdade, ainda depende dos seus pais para lhe pagarem as "boas" das propinas, e ainda tudo o que come, bebe, veste ou trafica". Depois, saio de casa, lá entro eu no bendito do café, onde um senhor meio careca, com os seus óculos repousando na ponta do nariz, me pergunta "então senhora, que vai ser?" e pronto, lá passo eu uma boa meia hora da minha vida a pensar em questões existenciais e na tosta mista que me foi servida um pouco esturricada demais.
Será normal que aos vinte anos ainda não sejamos independentes?
Será normal que aos vinte anos digamos aos nossos pais para nos deixarem fazer a nossa vida em paz por já termos mais de dezoito anos, enquanto comemos uma tosta mista comprada com o dinheiro deles?
Depois há sempre aquelas pessoas que dizem "eu cá comprei com o meu dinheiro!" mas se lhes perguntarmos "e onde ganhaste esse dinheiro?", eles respondem "guardei o que sobrou da mesada passada".
Pronto, agora debatam-se vocês com estes problemas, caso os sintam na pele, e caso não sintam, ao menos agora ficaram a saber que eles existem.
Beijos e abraços!

domingo, 30 de novembro de 2014
domingo
Comecemos com algo banal, há histórias que de serem tão banais se podem tornar épicas não é verdade?
Era domingo, um domingo daqueles que não queremos que passe. O mundo está sossegado, provavelmente porque todos os aparelhos electrónicos se encontram devidamente desligados (pronto, todos menos este computador, mas foi por uma boa causa), o sol espreita por entre duas nuvens que não dão sinais de chuva e os passarinhos piam ocasionalmente, talvez por contentamento, ou simplesmente devido a alguma melancolia que possam estar a sentir.
Tudo isto parece idílico num mundo de Albertos Caeiros, mas infelizmente não podemos ser todos heterónimos do Fernando. Podemos no entanto tentar ser Pessoas, e se conseguirmos já é qualquer coisa de fantástico.
Passando à frente, é domingo e o centro da aldeia está sossegado, o que indica que pode tanto ser domingo como qualquer outro dia da semana. Dizer "o centro da aldeia" é também ele relativo, pois tudo aqui parece estar "no centro"... Mas sabem que mais? Sabe-me bem isto. Sabe-me bem este sossego do campo e da aldeia natal, sabem-me bem as origens e as pessoas, que embora se adorem apunhalar nas costas, não me trazem males de grande porte e no entretanto ainda me fazem rir um pouco.
Soube-me também muito bem o cafézinho matinal com a família, depois de passear o cão, que cada vez se mais faz jus ao nome Rufia.
Resumindo, os domingos aqui fazem-me bem, e aqui domingo é quando o homem quiser.
Bons domingos para vocês também! Aproveitem-nos sempre da melhor forma.

domingo, 2 de novembro de 2014
olhar com olhos de ver
As pessoas contam histórias com o olhar. Um olhar vale
sempre mais do que palavras. Um olhar mostra o que sentimos, pois um olhar não
consegue mentir. É algo involuntário que parte de dentro de nós, diria que está
ligado ao nosso coração, não fosse o nosso cérebro a coordenar aquilo que
pensamos e sentimos, mas isso será a minha parte mais científica a vir ao de
cima.
Há algo na maneira como um casal se olha que mostra tudo o
que já viveram juntos. Não há dúvidas no olhar de duas pessoas que se amam. Podem
não dizer nada, mas só de olharem um para o outro dizem tudo.
O olhar de uma mãe é amor. O olhar de um pai é carinho. O
olhar de um filho é gratidão. Não conseguimos esconde-lo, um olhar e percebe-se
tudo. Um olhar apenas e ficamos nus, despidos de todas as camadas com que nos
cobrimos para escondermos o que não queremos que os outros saibam. E um olhar
de alguém que esteja atento, alguém que nos veja como somos, alguém que se
interesse em descobrir o que se esconde bem dentro de nós, e ficamos assim, nus
e desprotegidos perante os seus olhos, que também podem dizer tudo.

sábado, 2 de agosto de 2014
?
And all I see is a blanck page.
And it calls me. It needs to be filled with words.
It screams. Write me it says. And my head tries to make something worth writting. Something worth reading, but I'm blocked, and I don't know what's missing, but that piece will make sense to all of this.
Is it him? I could write before that, I know I could. And I wrote with my soul, because there is no other way to write.
So what is it? Is it life?
No. There is life, and I'm feeling it, almost every day.
Almost. Maybee that is it. I should feel it all the time right? No. Definitely not. There are moments way better then others, that is what makes it worthed.
I'll figure it out. Not today, but one day I will.

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