quarta-feira, 26 de fevereiro de 2014

When life gets in the way

Ela era apenas mais uma no meio de tantas. Não sabia dançar, não era de uma inteligência fora de série, sorria porque lhe dava gosto e não fazia por agradar, ria de sí e dos outros, daqueles que sabia que a deixavam rir-se de sí. Era gentil, mas por vezes parecia amarga. Ficava nervosa com as coisas mais simples, e tentava manter-se calma quando tudo parecia desabar.
Tinha consigo os melhores dos pais, na maioria dos dias, e os amigos mais sinceros que alguém poderia ter, também na maioria dos dias.
Gostava de andar descalça no verão, pelo quintal. Gostava de brincar com os seus inúmeros gatos e cães. Mas acima de tudo, gostava dele.

Ele era o único. O único que fazia o seu coração pular, simplesmente por ouvir o seu nome. Era ele que a fazia sorrir sozinha, enquanto a distraía do que quer que devesse estar a fazer. Era mais alto que ela e isso agradava-lhe. Deixava crescer a barba, e ainda que ela não lho dissesse, adorava quando o fazia. Era inteligente, mais do que ela, embora ela também não lho admitisse. Nunca dava parte fraca, tentava ganhar-lhe nas suas pequenas "competições", que só os dois entendiam.
Ele dizia-lhe pare ter calma com ele. Ela tentava fazê-lo. Tentava distrair-se com outras coisas para não pensar nele, mas quando o dia começava, era a primeira coisa que lhe vinha ao pensamento. E quando o dia terminava, era a última antes de adormecer e sonhar com ele.


Feeling Lost..

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Writting

A meu ver, escrever é uma tarefa difícil. É algo que de que se tem que gostar mesmo se for para ficar bem feito, caso contrário irá parecer forçado, artificial.
Há aquelas pessoas que sabem escrever, colocar a pontuação nos sítios certos, enunciar uma ou outra palavra mais bonita, enfim, sabem a teoria do que é escrever um texto "politicamente correcto". 
Há também outras que por vezes têm um erro gramatical ou outro, mas que quando escrevem sabem realmente o que estão a fazer, e as suas palavras tocam-nos ou são-nos de algum modo familiar.
Há textos que nos fazem pensar sobre determinados assuntos e há aqueles que nos aconchegam e nos fazem sorrir por serem tão simples e ao mesmo tempo tão belos.
O meu caso, no entanto, julgo não ser nenhum destes, penso não ter uma categoria que defina a maneira como escrevo, pois quando escrevo as minhas ideias são por vezes demasiado rápidas e umas vezes consigo realmente dizer aquilo que quero, enquanto que outras tal não acontece.
Tanto posso acordar e não ter nada para dizer, como posso ter um turbilhão de coisas na minha mente que quando tento passar para o papel, saem como um novelo com os fios todos embrulhados uns nos outros e sem se saber ao certo onde começa e onde acaba. Quero com isto dizer que ao começar com um certo tema, posso ir acabar noutro totalmente diferente, e isso por vezes torna-se um pouco angustiante.
Posto isto, posso apenas finalizar dizendo que escrever é uma paixão que nasce connosco. É a maneira que temos de exprimir aquilo que por vezes nos é difícil dizer em voz alta, sendo que outras vezes serve apenas como uma forma de fugir à realidade que nos rodeia, ou até mesmo desabafar sobre a mesma.
Se gostam de escrever, mas não acham que têm muito jeito para a coisa, aconselho a que o façam na mesma. Quer seja num diário, numa folha de papel solta ou até mesmo num blogue, se gostam de dizer o que vos vai na alma não se acanhem. 
Não o façam para os outros, façam-no para vocês, e façam-no porque gostam. 

s e a b o i s *:・゚✧・゚ ・* | via Tumblr




New day

E como para mim hoje é segunda-feira, fica aqui um incentivo para os que têm que se levantar mais cedo para ir trabalhar.

Boa semana.



The Lumineers - "Stubborn Love"

sábado, 25 de janeiro de 2014

Back Home

Já sentia falta de passar uns serões à lareira com a minha família. Dos almoços com os amigos de sempre, dos passeios pela "Santa Terra", as some may call it, de brincar com a minha cadela, e "brigar" com o pestinha do meu gato (que engordou a olhos vistos).

Estar em casa conforta-nos sempre, ainda que possam haver discussões e "zaragatas". Faz parte. O que é certo é que quando se aproxima a hora de ir embora outra vez, nunca apetece. É como deixar um pedaço de nós, que só voltamos a encontrar no conforto daquelas quatro paredes que nos viram crescer.

No entanto também é bom sair, experienciar novas aventuras, conhecer ideais diferentes, comer em novos sítios, ir a um cabeleireiro que não é o mesmo de sempre, conhecer a senhora da mercearia no fim da rua, que nunca nos viu antes, mas que nos trata como se nos conhecesse.

Resumindo e concluindo, estudar fora de casa não é pêra doce, mas também não é tão amarga assim...

🌊🐬



Dear Blog,

                        Já passou algum tempo desde a última vez que escrevi. Nesse espaço de tempo aconteceram algumas coisas que me mudaram até certo ponto.
Isso faz-me pensar que todos mudamos constantemente, sendo que uma simples conversa pode ser tão clara, a ponte de conseguirmos "ver na escuridão", ou tão turva que pode toldar-nos a visão.
O certo e o errado por vezes confundem-se e distingui-los fica a cargo do nosso bom-senso e de algo ao que podemos chamar intuição.
A intuição tem muito que se lhe diga, certamente que não serão apenas as mulheres a ter essa capacidade, mas será que estas a têm mais desenvolvida?
Serão os homens tão... ágeis, na arte de decifrar a verdade na mentira, ou terão as mulheres um sentido mais apurado?
Enfim tudo isto respostas difíceis e talvez um pouco controversas.
É com isto que vos deixo nesta sexta-feira à noite/ neste inicio de dia.

Boa noite, bom dia e boas leituras.

Relax | via Facebook

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Isto, aquilo e o outro

Quase que acabaram as férias e parece que ainda agora começaram. Quase que vou começar outro ano lectivo e parece que mal terminei este. Quase parece que ainda ontem entrei na UCP e já estou noutra universidade. Quase parece que os dias passam devagar, quando passam demasiado depressa.
Gostava sinceramente de ter mais tempo. Mais tempo para poder fazer tudo aquilo que quero. Mais tempo para poder gastá-lo em coisas tão simples como estar com a minha família ou com os meus amigos.
Gostava de ter mais tempo para olhar para aquele alguém especial, ou para ler todos os livros que quero ler, ou até mesmo para me deitar no chão do meu quintal a olhar para as estrelas, que são tão bonitas no Verão.
Gostava que as pessoas tivessem todas mais tempo para olharem umas para as outras e perceberem que olhar para o seu próprio umbigo pode trazer consequências desastrosas.

Gostava de poder deixar este "quase" para trás e olhar mais para o "agora".
Gostava até de saber do que estou para aqui a falar, mas as palavras misturam-se na minha mente e saem como um turbilhão de isto, aquilo e o outro.
Quero acabar com o "gostava". Quero começar com o "gostei", e pelo caminho passar pelo "gosto" e o "estou a adorar", quero evitar o "porque é que isto só me acontece a mim?" e atacá-lo com o "em frente é o caminho". E quero acima de tudo poder dizer, sou o que sou e mais não quero.


Pinterest

sexta-feira, 2 de agosto de 2013

I AM BACK...

... Porque ao que parece esqueci-me da passe do outro blogue e do mail a que tinha o blogue associado.

*clap* *clap*

Portanto bem, basicamente foi isso.

Logo, VOLTEI AO BLOGUE! 
O que provavelmente não interessa a ninguém mas pronto.

Agora uma coisa muito mais interessante, estamos no Verão há já um tempinho (caso não tenham reparado...) por isso vou contar-vos o que tenho feito estas férias:

1) dormir
3) ver tv
4) dormir
5) tentar tirar a carta de condução
6) dormir porque o tópico 5 é cansativo
7) aproveitar a psicina
8) fui ao Alive yey
9) dormi no autocarro para casa
10) estar com os miguchos

e pronto agora que perderam parte do vosso tempo a ler isto acho que deviam fazer algo útil como, sei lá, dormir, ou para o caso de quem não foi ao alive ver videos porque foi só BRUTAL! 

kiss kiss, azul

Baby | via Tumblr