sábado, 16 de março de 2013

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sentir as lágrimas a correr pela face é saber-lhe o sabor. a cor do seu aroma frágil. mais do que consigo expressá-lo. será toda a gente estranha como eu?
tento escrever  o que me vai na alma, a minha vida segue por um deserto seco e quente. um quente que gela até os ossos. quero sair daqui. deste deserto apinhado de pessoas que tropeçam umas nas outras.
serei a única? estarei sozinha? provavelmente não. 
bem sei que não me entendem. ninguém entende os lunáticos - excepções à regra - inadapados - incapacitados - doentes - mas reais.
estamos todos aqui mas não nos conhecemos. temos histórias diferentes, memórias diferentes. corpos diferentes.
queremos ser campeões - famosos - queremos que gostem de nós - queremos roupas novas e relógios caros - construímos casa - matamos a natureza, essa que nos criou e que nos sustenta, como um filho de trinta anos que ainda vive com os pais.
não seremos todos lunáticos?
Não. Devo ser só eu...
escrevo palavras sem sentido. relaciono-as da forma errada. gosto do mundo azul e verde. gosto da nossa bandeira. gosto de ver o céu como um todo. sentir-lhe o sabor, invadir-lhe os sentidos.
lunática? sim, graças a Deus.

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sexta-feira, 15 de março de 2013

Imagine

Vim aqui de propósito dizer o quão VICIADA estou nos Imagine Dragons.

Many thanks por perderem um segundo das vossas vidas a ler algo que não vos deve interessar minimamente, mas tinha que ser dito. 

Fica aqui o álbum todinho deles, ENJOYY


quarta-feira, 30 de janeiro de 2013

Preciso de escrever alguma coisa para não dar em maluca. Aconteceram demasiadas coisas num período de tempo demasiado pequeno. Coisas importantes, daquelas que mudam a vida de uma pessoa, sem estar a ser melodramática. Tenho tentado manter a minha cabeça ocupada o mais que posso para não pensar em desgraças, mas ainda assim o meu cérebro não pára de pensar naquilo que não deve.
Na nossa vida não podemos dar nada por garantido. Aquilo que sabemos ou julgamos saber pode desaparecer num segundo. Não se pode mudar o destino, mas podemos lutar para o tornar um pouco melhor. 
É em situações destas que aprendemos a agarrar-nos à palavra esperança com tudo o que temos e somos. E com um bocadinho de sorte (só um bocadinho), esta sorri para nós.

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